Cosmobiologia · Autoconhecimento
Siga a sua estrela
Siga a Sua Estrela é seguir o currículo da alma, representado pelo seu Mapa de Nascimento. Uma jornada de autoconhecimento para viver com mais clareza, propósito e harmonia.
Mapa Vital
O céu exato do seu nascimento, como uma impressão digital energética da sua alma.
Saiba maisWorkshop
Um final de semana de imersão no seu Mapa de Nascimento. Próximas datas em 2027.
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Sete cores, sete vibrações, meditações com música composta especialmente para este trabalho.
Entrar nas coresQuem sou
Marybel Terapeuta
Sou Maria Isabel de Oliveira, também conhecida como Marybel Terapeuta. Há mais de três décadas me dedico ao autoconhecimento, seja em atendimentos pessoais diretos ou por meio de retiros e workshops.
Tenho formação em Cosmobiologia e Naturopatia, com especialização em Fitoenergética e Análise Bioenergética.
Essa é a minha carreira, a minha vocação, a minha história, o meu sonho realizado: tocar muitas vidas por meio desse autoconhecimento essencial, contribuindo assim para a expansão da consciência planetária.
Consultas
Atendimentos presenciais e on-line. Para agendar, chame no WhatsApp (73) 99860-7671.
Mapa Vital
O céu exato do seu nascimento
Para a Cosmobiologia, nenhum nascimento é acidental. Todos nós estamos aqui com um propósito de vida único. Com a sua primeira respiração, você se tornou participante deste mundo físico de energia.
O Mapa de Nascimento representa o céu exato do momento em que você nasceu. É uma impressão digital energética que revela o que a sua alma se comprometeu a aprender nesta vida, o seu propósito maior, de acordo com as suas necessidades de aprendizado e evolução.
Cada posição planetária, cada ângulo, cada aspecto cria um mapa complexo que nenhuma mente humana poderia projetar conscientemente, mas que se encaixa perfeitamente em você, porque você ajudou a criá-lo. É o seu contrato sagrado da alma: a sua história e as suas escolhas de identidade, trabalho, amores, família e tantas outras.
Quando você começa a reconhecer a sua vida como um projeto sagrado, e não como uma ocorrência aleatória, tudo muda. A consciência se foca, as lições começam a fazer sentido e se tornam prazerosas.
Calcule o seu mapa
Em breve, aqui, você poderá calcular o seu próprio Mapa Vital e receber o roteiro para ler cada parte dele no livro. Este é um desenho de como a página vai ficar.
O que você vai ver: a roda do seu mapa com casas Placidus, os planetas, o Quíron, a Lilith e a Roda da Fortuna; a sua pontuação, com os elementos e as qualidades já somados; e o caminho de leitura no livro, indicando em quais partes encontrar cada posição.
Workshop
Imersão no seu Mapa de Nascimento
Um final de semana de imersão no seu Mapa Astral. Um encontro único com as suas respostas.
É uma experiência real, profunda e transformadora. Não é um curso. Não é uma palestra. São dois dias de vivência intensa, em que cada participante mergulha no próprio mapa, ganha clareza sobre a vida, entende ciclos e se alinha com a sua história.
É um espaço de pausa, consciência e alinhamento, onde mente, emoção e espiritualidade encontram direção prática para a sua realidade.
Março, abril e maio de 2027. Para reservar a sua vaga, chame no WhatsApp (73) 99860-7671. As vagas são limitadas.
Objetivos
- Conectar-se com as suas escolhas, os seus desejos mais profundos e o seu propósito de vida.
- Reconhecer e ressignificar padrões repetitivos de comportamento.
- Perceber valores e potencialidades, para otimizar os seus dons e superar limitações.
O que esperar
- Restauração dos sentimentos básicos de confiança, afetividade, integridade e solidariedade.
- Realização pessoal pelo alinhamento da personalidade (o que aprendemos a ser) com a vibração da alma (quem realmente somos).
- Reconhecimento de si como parte de um todo, cultivando a gratidão e a conexão com o universo ou o divino.
A quem se destina
- Aos buscadores de propósito.
- Aos que sentem que "nasceram para mais".
- Aos que estão despertando espiritualmente.
- Aos terapeutas e sensíveis.
Metodologia
- Cosmobiologia e Astrologia: o simbolismo que nos reconecta com a sabedoria universal, por meio dos seus conceitos matemáticos e arquetípicos.
- Alquimia: as leis naturais e os seus ciclos herméticos.
- Bioenergética: memória celular e linguagem corporal.
Programa
- Sábado, das 8h às 18h: teoria e dinâmicas.
- Domingo, das 8h às 18h: prática e dinâmicas.
Se você sentiu que esse chamado é para você, confie.
O livro
Siga a Sua Estrela
Seguir a sua estrela é seguir o currículo da alma, escrito no seu Mapa de Nascimento.
No livro, o mapa vira uma escola. Cada parte dele tem um lugar e uma função, e você aprende a ler uma de cada vez, até ver o conjunto.
É um livro para quem quer entender o próprio mapa e também fazer o caminho com as próprias mãos, com planilhas para preencher e uma leitura guiada do seu Mapa Vital.
O QR Code do livro leva a esta página. Aqui você calcula o seu mapa e descobre onde ler cada parte dele.
Artigos
Leituras para o caminho
Textos sobre Cosmobiologia, mapa, vocação, relacionamentos e as cores.
O despertar da Astrologia: a Cosmobiologia2 min de leitura
Há mais de quinze mil anos o ser humano já observava o Sol e a Lua, reconhecendo por instinto a sua origem estelar. O horóscopo pessoal mais antigo de que se tem notícia data de 409 a.C. No começo, a Astrologia era uma mistura de tradições e traduzia literalmente o seu nome: o estudo dos astros que reluziam nas noites escuras das almas. Esteve ligada às cerimônias de magia, quando o mago medieval empunhava a espada contra os maus espíritos, vestido de símbolos astrológicos. Daí ficou uma fama que até hoje alimenta o seu descrédito, como se ela fosse apenas leitura de sorte.
Por volta de 1550, Paracelso já nos dizia: “O homem sábio domina os astros; as estrelas não obrigam aquilo que não desejamos. Se alguém tem mais do que os outros, não é por causa das estrelas, mas porque tem mais aptidão, e aptidão é coisa do espírito. A alma humana é feita dos mesmos elementos das estrelas.”
Vivemos um tempo que dá pouca atenção à vida subjetiva, às realidades emocionais, às percepções da intuição. Vive-se como se a vida espelhasse apenas conquistas exteriores, posições de poder e segurança material. E, no entanto, as crises se sucedem como uma rede que já não tem onde receber remendos. O ser humano não está satisfeito com o seu sucesso tecnológico: ele sabe que algo lhe falta. São anseios internos que pedem ferramentas internas.
Nos corredores do saber, nessa busca de novas raízes, desperta a velha senhora adormecida no leito da Babilônia: a Dama Astrologia, que acompanhou a consciência humana refletindo nos céus a sua evolução. Ela acorda aqui e agora como Cosmobiologia, o estudo da vida e do cosmos, e não mais apenas o estudo dos astros.
A Cosmobiologia ressurge como um recurso precioso para as perguntas fundamentais da alma. Ela une as fronteiras entre o mundo interno e o externo, serve de ponte entre a vida objetiva e a subjetiva e, na sua função de totalidade, aproxima os opostos que convivem na nossa natureza. Amplia o conceito de universo, devolve-nos os valores do eterno e transcende preconceitos, porque, apesar de todas as diferenças entre as pessoas, todas desejam a mesma coisa: conhecer a sua essência.
Para compreendê-la, convém deixar de lado os condicionamentos do passado e abrir-se a uma nova linguagem, com o mesmo espírito com que um dia você aprendeu a sua língua natal. Quando você era criança, o seu coração se abria ao inesperado de cada palavra, e a cada instante um milagre acontecia. Quando damos oportunidade a nós mesmos e à vida, os milagres continuam acontecendo.
Cosmobiologia e autoconhecimento2 min de leitura
A Cosmobiologia se dedica a revelar a relação íntima que existe entre todos os planos da natureza: mineral, vegetal, animal, humano, planetário, solar e galáctico. Como caminho de autoconhecimento e de transformação, ela nos ajuda a compreender a experiência humana, que é essencialmente dual. É a mais antiga tentativa de integrar a ordem celeste à aparente desordem terrestre. No céu, tudo é regular, cíclico, esperado. Na Terra, convivemos com emoções imprevisíveis, conflitos, crises inesperadas.
Existe pouca diferença entre o sangue que circula nas nossas veias e as correntes que circulam na atmosfera: são manifestações do mesmo movimento. Como nós, o planeta tem um corpo, e nós vivemos dentro dele. Assim como as células do nosso corpo nos influenciam, o nosso corpo também age sobre o corpo do planeta. Tudo está entrelaçado.
A Cosmobiologia usa a ordem luminosa dos céus para mostrar que existe uma ordem oculta, porém real, em tudo o que vivemos aqui embaixo. Ela nasce da necessidade profunda de sentido que mora em cada ser humano. Por isso é chamada de mãe das ciências, das artes e da civilização: foi a primeira e mais universal tentativa do homem de encontrar a ordem que existe por trás, ou por dentro, do aparente caos.
Usando essa ordem como um relógio, uma fita métrica, o ser humano aprende a relacionar o céu com tudo o que acontece dentro e ao redor de si. Aprende a sintonizar a sua consciência e a sua vontade com os ritmos celestes. Unifica-se com o princípio da ordem universal, a que muitos dão o nome de Deus. E, vivendo em harmonia com esses ritmos, torna-se uma pessoa integrada, mesmo quando as tempestades da própria natureza ou do mundo batem à porta dos seus sentidos.
A sabedoria, porém, dificilmente pode ser ensinada. Ela só se conquista pela vivência real: pela entrega honesta e corajosa a cada experiência que consideramos importante. O conhecimento pode apenas orientar o caminho até ela.
Um dos princípios fundamentais da Cosmobiologia é a lei das correspondências: “O que está em cima é como o que está embaixo.” Ela nos ajuda a compreender a identidade entre o micro e o macrocosmo, e a interação constante entre os dois. Cada nova descoberta no céu corresponde a faculdades que o ser humano está despertando em si mesmo.
Vivemos a Era de Aquário, signo da inspiração e da ligação com a fonte da sabedoria universal. É a nossa oportunidade de usar a inteligência para compreender a nossa natureza espiritual, a razão da nossa existência e a nossa relação com os semelhantes e com toda a criação. É a oportunidade de compreender como é possível superar a divisão e instaurar a paz, dentro e fora de nós.
O Mapa Vital2 min de leitura
A Cosmobiologia parte de uma premissa: nenhum nascimento é acidental. Cada pessoa nasce com um espaço reservado para a sua existência, e por trás de toda vida há uma razão de ser que vem estampada no seu Mapa de Nascimento. Eu prefiro chamá-lo de Mapa Vital, porque ele não fala de um destino fixo, e sim da vida pulsando em nós.
Para levantar um Mapa Vital, o primeiro requisito é a hora do nascimento. O momento do primeiro choro é importante porque marca o início de uma existência independente. É o primeiro ato de expressão do organismo inteiro diante da entrada do ar. Com a primeira inspiração, o sangue passa pelos pulmões e se oxigena, e o coração começa a funcionar como o centro de um todo que se sustenta por si.
Esse primeiro ar que inspiramos carrega a assinatura de toda a história do universo. Mas, quando o bebê solta o seu primeiro grito, ele expressa a sua resposta original a esse universo. Começa a forjar o seu futuro. À medida que a criança cresce, aquilo que no nascimento era apenas um conjunto de potencialidades vai se transformando, pouco a pouco, em caráter, escolhas e comportamento consciente.
O ser humano é um todo constituído de partes. No Mapa Vital, cada parte é representada por um planeta, dentro de um signo e de uma casa. Quando conhecemos cada parte, chegamos ao todo. Conhecer, compreender e aceitar cada parte de si, e o seu todo, é um dos grandes presentes que o próprio mapa nos oferece.
Ao consultar o seu Mapa Vital, você toma consciência das suas tendências naturais, dos seus ciclos de energia e das suas reações espontâneas. Pode localizar os motivos mais profundos de um bloqueio, os medos e inseguranças que impedem você de correr os riscos necessários para crescer. Pode perceber se reage com energia aos desafios ou se precisa de paz e harmonia para florescer. O mapa estimula o pensamento e ajuda a revelar talentos talvez ainda desconhecidos.
Mas o mapa não decide por você. O livre-arbítrio é a medida da capacidade de cada um de ser e de agir como indivíduo. Só você pode trilhar o seu caminho, fazer as suas escolhas e aprender a usar a sua própria energia.
A escola espiritual do Sistema Solar2 min de leitura
A Cosmobiologia, como eu a compreendo, ganha todo o seu sentido com a noção de que a alma é energia em aprendizado: ela se incorpora, vive a experiência da matéria e depois volta ao seu estado original, para mais tarde retornar. Entre uma vida e outra, a alma visita outras dimensões de consciência, e os planetas são os pontos de foco dessas dimensões. Assim, não só a Terra, mas todo o Sistema Solar é um grande campo de experiência para a alma.
Podemos ver o Sistema Solar como uma imensa escola espiritual. Cada planeta ensina a teoria de uma qualidade da alma, e a Terra é o laboratório onde esse conhecimento é colocado em prática. É a ideia das “salas de aula” de que falam tantos ensinamentos espiritualistas.
Depois de uma vida na Terra, com tudo o que foi vivido, sentido e pensado, a alma tem um tempo para recapitular a sua caminhada. A partir dessa recapitulação, ela é atraída pelas vibrações planetárias de que precisa para o próximo passo. Mais cedo ou mais tarde, todas as vibrações planetárias serão assimiladas. E, de volta à Terra, o quanto incorporamos do que aprendemos depende da nossa disposição como alunos.
Por isso, o Mapa Vital pode ser visto como o programa de estudos da alma nessa escola. A posição dos planetas no nosso mapa indica as lições que escolhemos estudar e que agora serão vividas na prática.
Longe de sermos regidos pelas estrelas, somos nós que as regemos. É hora de deixar para trás a ideia de que os planetas são uma força sinistra, fora da nossa compreensão e do nosso controle. O Sistema Solar existe para que o ser humano aprenda, e o cosmos caminha segundo essa ordem divina. A vontade deve ser sempre o fator que nos guia para a frente e para cima. Não há limite para as alturas que cada um pode alcançar, se assim desejar.
Os planetas não nos transformam nisto ou naquilo. Eles refletem o propósito da alma, as lições que escolhemos aprimorar nesta vida. O nosso Mapa Vital traduz as nossas escolhas, e não há como fugir dessa responsabilidade. É preciso assumir o nosso destino. Como o assumiremos, isso fica por conta do nosso livre-arbítrio.
Inferno ou inverno astral?2 min de leitura
Chama-se popularmente de “inferno astral” o mês que antecede o aniversário. Acredita-se que, nesse período, as coisas tendem a não dar certo, a energia fica em baixa, os planos se embaralham, como se precisássemos passar por uma provação antes de entrar no novo ano pessoal.
A origem dessa ideia está na Casa 12, a casa que antecede o despertar da Casa 1, cuja porta de entrada é o Ascendente. Na Casa 1 dispomos de nós mesmos, da nossa vitalidade, dos nossos recursos pessoais. Mas, antes desse “nascimento”, vem a Casa 12, onde estão simbolizados os processos de gestação, de recolhimento, de dissolução.
Esse tempo de gestação é parte inseparável de todo nascimento, e muitas vezes o seu lado mais difícil. Pense na gestação de uma empresa, de uma viagem, de um espetáculo: os momentos que antecedem a estreia costumam ser carregados de tensão e desordem.
A Casa 12 também simboliza o oculto, os talentos ainda inconscientes, os desafios da alma. Podemos dizer, de forma simples, que o signo anterior ao nosso guarda um outro lado da nossa natureza: profundo, mas pouco conhecido, que acaba banido para o nosso porão interior.
Nos tempos de uma Astrologia mais fatalista, a Casa 12 era vista como a casa das prisões, dos inimigos ocultos, das privações. Hoje, à luz da Cosmobiologia, compreendemos que ela pode trazer tanta alegria quanto qualquer outra casa. Basta que nos sintonizemos com ela.
A cada ano, todos nós “renascemos” quando o Sol volta exatamente à posição em que estava no nosso nascimento. É o nosso Retorno Solar. No mês que antecede esse renascimento, é natural sentir que estamos em gestação, nos preparando para o novo ciclo.
Esse período não precisa ser negativo. É, antes de tudo, um tempo de reflexão e introspecção. A atitude mais sábia é acumular energia, avaliar o caminho percorrido, perceber onde evoluímos e onde ficamos parados. Visto assim, o mês que antecede o aniversário deixa de ser infernal e passa a ser invernal: o tempo em que recarregamos as nossas baterias.
Este é o nosso inverno astral. Para quem espera sol o ano inteiro, sem entender que é preciso haver inverno para que venha a primavera, o inverno pode mesmo virar um inferno.
Nessa época, vale lembrar a eterna sabedoria do Eclesiastes: “Para tudo há um tempo, e um momento para cada propósito debaixo do céu: tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de colher.”
Vocação: descubra o seu chamado2 min de leitura
Vocação vem do latim vocatione, que significa chamar. A vocação é aquela atividade em que a pessoa esquece de si e se entrega com prazer e dedicação, perdendo até a noção do tempo. Quando alguém diz que se dedica “de corpo e alma” ao que faz, é porque atendeu a um chamado interior: encontrou a sua vocação, encontrou a si mesmo.
Escolher uma carreira é um desafio que costuma chegar cedo, entre os 16 e os 21 anos, justamente quando o jovem ainda está construindo a sua identidade. Ele precisa escolher uma identidade profissional antes mesmo de conhecer bem a pessoal, e muitas vezes acaba se deixando levar pela expectativa dos pais ou pela promessa de segurança financeira.
Mas a dúvida não é só dos jovens. Quantos de nós exercemos uma profissão sem nos sentirmos realizados? Quantos já se perguntaram, no meio do caminho: “É isso mesmo que eu quero para a minha vida?” Os questionamentos aparecem a qualquer tempo, sempre que algo nos falta, seja dinheiro, liberdade ou convicção dos próprios valores.
O estudo do Mapa Vital pode iluminar essa busca. Ele mostra as tendências profissionais de acordo com o temperamento, os anseios, as aptidões e os talentos ainda adormecidos. A Casa 10, por exemplo, fala da nossa imagem pública e do tipo de reconhecimento que buscamos. O Sol revela a personalidade verdadeira e o potencial de autonomia e criatividade. O Ascendente mostra como conduzimos a vida. A Lua aponta as necessidades emocionais, a necessidade de nos identificarmos com o que fazemos. Mas só a leitura do mapa como um todo revela o conjunto das tendências.
Também os elementos dão o tom do temperamento:
Fogo: entusiasmo, iniciativa e intuição. Afinidade com atividades que pedem liderança, movimento, inspiração e a coragem de abrir caminhos.
Terra: senso prático, firmeza e responsabilidade. Afinidade com o que constrói, organiza, administra e cuida das necessidades concretas da vida.
Ar: mente ágil, curiosa e comunicativa. Afinidade com o pensamento, as ideias, a pesquisa, a escrita, a comunicação.
Água: sensibilidade, acolhimento e capacidade de entrega. Afinidade com o cuidado, as artes, a saúde, o universo humano.
Nenhum de nós tem uma só vocação, nem um só talento. O mapa indica as áreas de realização. A escolha é sua.
Vale lembrar ainda que uma vocação pode nascer de um conflito: quando transformado, ele se torna talento. Por isso não basta conhecer os potenciais luminosos. É preciso também tomar consciência das sombras, para que possam ser trabalhadas.
Quando trabalhamos com amor, é porque encontramos um talento natural. E quando amamos o que fazemos, a criatividade floresce, e o êxito material, social e principalmente espiritual acontece naturalmente.
Relacionamentos: somos todos mestres e alunos2 min de leitura
Os relacionamentos são o resultado do modo como fluímos uns pelos outros. No fundo, não existem pais ou filhos, maridos ou esposas, parentes ou amigos. Somos todos mestres e alunos, partilhando, dando e aprendendo enquanto atravessamos a correnteza da vida. Os papéis que vestimos muitas vezes escondem a essência de uma relação. Quando compreendemos as razões de cada papel, descobrimos o sentido daquele encontro.
Sempre que o nosso inconsciente está elaborando alguma questão, ele atrai para a nossa vida as pessoas que trazem dentro de si os fragmentos da resposta que buscamos. Não é à toa que, às vezes, uma sequência de pessoas do mesmo signo entra na nossa vida de uma só vez e, quase tão de repente, desaparece. É o inconsciente trazendo a vivência de que precisamos naquele momento. O velho ditado diz bem: “quando o aluno está pronto, o mestre aparece.”
Algumas relações trazem um peso que parece vir de longe. Nelas, sentimos que perdemos o controle das nossas reações, como se estivéssemos repetindo uma história antiga. Podemos lutar com uma dificuldade durante meses ou anos sem compreender a sua natureza. Só quando ela vem à superfície e é resolvida, o peso se dissolve, e chega um sentimento de leveza e liberdade. Curiosamente, quase sempre compreendemos a lição só depois de aprendê-la.
No amor e no casamento, as lições são maiores e pedem mais tempo e mais intimidade. A evolução acontece pelo atrito: críticas, diferenças de opinião e conflitos são catalisadores. Harmonia não é a bem-aventurança perfeita que imaginamos. As pessoas podem discordar sem ódio e ainda assim sentir que, num nível mais profundo, caminham juntas. O conflito pode ser fonte de luz, mas conflito demais rompe a harmonia.
Ao comparar dois Mapas de Nascimento, procuramos justamente essa linha sutil: o atrito que faz crescer e o conflito que pode destruir. Mas a pergunta sobre começar ou continuar uma relação só pode ser respondida por quem a vive:
Que papel esta relação representa no plano maior da minha vida? Ela me ajuda a avançar no meu caminho e a conhecer a minha sombra? Ela me coloca mais em sintonia com o meu lugar na natureza?
Às vezes vivemos relações que parecem incompatíveis porque há algo importante a aprender. Em algum momento, somos convidados a encarar a nossa sombra: os medos, as fraquezas, as angústias. E, nesse encontro, surge a oportunidade de resgatar o nosso poder pessoal e perceber que o medo de ser ferido ou abandonado nunca foi tão real quanto parecia.
A água de um rio não pensa no que pode ganhar ou perder enquanto nutre o solo; ela simplesmente está lá. Se aprendermos a nutrir os outros, em vez de apenas nos apegarmos a nós mesmos, poderemos navegar sobre as nossas lições em vez de naufragar nelas, fluindo com a correnteza rumo ao nosso destino.
As cores e a jornada terrena2 min de leitura
Luz… Cor… Cada cor, uma vibração, um propósito divino… Juntas, no branco, revelam a síntese da nossa existência, a unidade da alma.
Vermelho… iniciar, nascer, aparecer… presente no Fogo impulsivo de Áries e na Água misteriosa de Escorpião.
Laranja… realizar, construir, mostrar… presente no Fogo dramático de Leão.
Amarelo… unir, estreitar, relacionar… presente na Terra sensual de Touro e no Ar conciliador de Libra.
Verde… amar, proteger, cuidar… presente na Água acolhedora de Câncer.
Azul… usufruir, vivenciar, voar… presente no Fogo entusiasmado de Sagitário e na Água sonhadora de Peixes.
Índigo… compreender, absorver, internalizar… presente na Terra prudente de Capricórnio e no Ar intelectual de Aquário.
Violeta… finalizar, sintetizar, dissolver… presente no Ar infantil de Gêmeos e na Terra cautelosa de Virgem.
O branco é consciência… pura consciência. Os signos manifestam, neste plano, a Consciência Cósmica. Sinta-se Um com o universo.
Tudo é cor. O Sol é a nossa principal fonte de luz e calor: é a energia da criação em forma de luz, o coração do Sistema Solar, que fecunda a terra, as nossas células e o nosso coração. A luz solar é o combustível da vida, e as cores são a paixão da luz. Elas são a energia primordial da criação, desde o Fiat Lux.
Há milhares de anos as cores são usadas para harmonizar e curar. Elas nos tocam a cada momento em que estamos acordados e penetram até nos nossos sonhos. Estão em tudo o que vestimos, comemos e vemos. Algumas pessoas são fascinadas por certas cores; outras se sentem repelidas por elas. O amor pelas cores nasce do inconsciente de cada um, e a cor é uma ponte entre nós e o mundo.
A luz branca, que contém todas as cores, conta a nossa trajetória neste plano:
o vermelho, o início, a aparição;
o laranja, a criação, a realização;
o amarelo, a sabedoria terrena, os laços afetivos, a alegria;
o verde, o equilíbrio entre matéria e espírito, o amor, o centro do coração;
o azul do céu diurno, o usufruir, o vivenciar as conquistas terrenas;
o índigo do céu noturno, a redescoberta da nossa origem cósmica, a visão interior;
o violeta, a reconexão com a Luz, com o Criador, com a nossa essência.
O Fogo, a Terra, o Ar e a Água, os quatro elementos presentes em toda a natureza e em nós, são criados e alimentados pela luz branca, ou seja, pelas sete cores do arco-íris.
Para cada cor, preparei uma mensagem com imagens e músicas compostas especialmente para mim: são os sete CDs da Coletânea das Cores, que você encontra no meu canal do YouTube.
Escolha a cor que você precisa ou quer equilibrar. Sinta-se abraçado por ela, brinque, interaja, respire-a lentamente. Boa viagem pelo universo das cores!
Coletânea das Cores
Tudo é cor
Cada cor, uma vibração, um propósito divino. Juntas, no branco, revelam a síntese da nossa existência, a unidade da alma.
- Vermelhoiniciar, nascer, aparecer
- Laranjarealizar, construir, mostrar
- Amarelounir, estreitar, relacionar
- Verdeamar, proteger, cuidar
- Azulusufruir, vivenciar, voar
- Índigocompreender, absorver, internalizar
- Violetafinalizar, sintetizar, dissolver
- Brancopura consciência
Para cada cor, preparei uma mensagem com imagens e músicas compostas especialmente para mim: são os sete CDs da Coletânea das Cores, que você encontra no meu canal do YouTube.
Escolha a cor que você precisa ou quer equilibrar. Sinta-se abraçado por ela, brinque, interaja, respire-a lentamente. Boa viagem pelo universo das cores!
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